19
mar

Israel 2014

Israel 2014Israel 2014

Escrever aqui, me faz um bem danado!

Em vários momentos do dia, penso: “nossa, seria muito legal falar sobre isso!”

Mas daí vem  uma coisa, atrás da outra… e o gap entre um post e outro fica cada vez maior… meses.

…Azar o meu. Porque registrar aqui me organiza, os pensamentos se alinham numa espiral crescente. rs

Vai ser um lindo presente, se eu conseguir escrever mais. Pois, por mais que pareça que as coisas aqui saem tudo de supetão, me exige muuita concentração.

Sou um ser caótico: tudo me distrai, vira mais importante, leva a uma nova ideia que as mãos iniciam mais um futuro trabalho que no tempo dele, vai nascer. Pra mim tudo é trabalho, no sentido mais lindo que essa palavra pode ter: a de que parar para receber visita no ateliê ou um skype com alguém querido vai me inspirar e ensinar. Alimentando o corpo e alma de alguém que cria, onde a criação vem de tudo que me proponho experienciar.

Acredito tanto nisso- que de fato o que é importante fica, nem que seja no nível mais sutil possível- que tenho a péssima mania de anotar pouco, quase nada. Por exemplo, a Índia já era algo tão intenso, que não fiz diário. O caderninho Fabriano azul escolhido, continua quase todo branco. :/

Talvez, porque muitas vezes tenho a sensação, que quando coloco em palavras certas experiências, nesse caminho muito se perde… (ou talvez porque sou mesmo muito preguiçosa indisciplinada hahhaha)

Vivenciar a existência pura e simplesmente, como o meu sobrinho(a), que também vai nascer no tempo dele.

Já trocamos muita conversa, cantamos todo o meu pequeno repertório de mantras em casa, nas caminhadas até a nascente dagua (que sua mãe adorar se banhar nesse frio), vendo o sol se por no Mar Morto, e hoje nessa lua iluminadíssima rodeada de estrelas… Obrigada por nos proporcionar tanto, meu amor! E em especial aquele dia no carro, a família inteira cantando pra Ganesha on the road!!! Deve ter sido o primeiro mantra da sua avó e vôdrasto! hahhahaha Tão pequeninho e já tão generoso…!

Olha, eu sei que você sabe, mas só quero confirmar: a nossa presença física é um detalhe minúsculo  em proporção ao nosso amor!!!!

Venha só quando estiver pronto, sem pressa, não se atropele! Você está ajudando a sua titia ansiosa a aprender, que aqui é só o começo, e que temos uma vida inteira para ficarmos juntinhos! Te abraçar fora da barriga será uma questão de tempo, agora ou dá próxima vez que vir a Israel.

Shalom shalom shalom meu pequetito mais mais mais mais mais mais amaaaado de todos os tempos!

Israel 2014

 

 

 

24
jan

mandala 2013

Acho que descobri porque tenho gostado tanto de fazer mandalas.

Deve ser pelo fato de saber que vai dar certo, mesmo não fazendo ideia de como vai ficar ao termina-la.

Claro, as vezes uma linha escapa, e vai ter que virar uma flor bem diferente do esperado… Nem por isso mais feia.

Do erro, o acerto no conjunto final. Pois se fosse para ser uma mandala milimetricamente perfeita, com certeza não seria minha e sim do computador. (Que também não sairia do MEU computador, pois não tenho habilidade para fazer nada simétrico, vide que eu sou assim por natureza torta; meus pés, batatas, seios e olhos são assimétricos a olhos nus)rsrs.

Traçar mandalas tem sido um grande exercício para o  meu lema do momento (que provavelmente dure para toda vida): CON CONFIANZA

Ajuda a seguir, firme, mesmo longe de quem está sempre tão perto!

O que cabe justo com a mensagem que vem no seu power hidrante pós escalada:

“when you get comfortable with uncertainty, infinite possibilities open up in your life”

2014 de olhos bem abertos, para nenhuma linda possibilidade se perder por aí! (;

feliz ano novo

 

21
ago

Chaing Mai_Tailândia_2013

O mar é como o corpo, sempre em movimento.

De longe muitas vezes pode parecer estático, mas as ondulações são contínuas.

Mergulhar é como meditar, sempre atento a respiração.

No barco da ideia somos dois, em baixo d’água somos um.

•••

A rocha é como a mente, deveria estar: sempre presente.

No observar do vaivém das nuvens e dos passarinhos, não querer nenhum para si: deixar vir, deixar ir.

Escalar é como meditar, sempre atento a respiração.

No foco de subir, respeitar o seu tempo. Se deslizar, recomeçar a partir da queda.

••

Mergulhar ou escalar: a intenção é atenção.

O ano passado eu mergulhei bastante, fazia anooos que eu não ia tão profundo. Já tinha visto tubarão martelo, mas dessa vez compridíssimos tubarões baleia passaram debaixo do meu corpo e alguns bull sharks apareceram também, (que no instinto, fui atrás para toca-los e o Neil Richards, meu paciente instrutor me puxou com tudo, dizia que eu tinha um pino a menos), foi sensacional!!

Tanto em Sail Rock (Tailândia) quanto em Kakaban (Indonésia) a delicadeza das algas em formas absolutamente sutis e cores tão vibrantes me captaram. Mundo que é só extraordinariamente bonito ali, com o vento submarino da correnteza dando ritmo. Fora, perde: textura, brilho e vida.

Esse ano o Chicó, amigo de infância, me deu um baita presentão: escalada. Eu inesperadamente adorei! Quando não queria mais pensar nos problemas cotidianos, seguia para o final da av Sumaré, superar algum desafio: chegar ao topo, seguir uma via diferente, confiar na agarra e aprender novos movimentos com o parceiro da vez.

Aqui em Chiang Mai, pela primeira vez escalei na rocha, e é uma coisa maluca! A textura das pedras, as copas das árvores abaixo dos pés, o friozinho da caverna, tudo é bão!!!

 

Claro, que sem os peixinhos coloridos ou o topo da montanha no seu nariz, meditar exige mais determinação. Mas nunca vou esquecer o ensinamento de um jovem discípulo do Buddha­dasa, lá no The Suan Mokkh International Dharma Hermitage. Depois de dias escutando diferentes “jeitos de começar a meditar”, de vários monges diferentes, eis que vem ele simplificar: Uma posição que deixe a coluna ereta, olhos entreabertos, um pranayama igual de tempo entre inspiração e expiração, a mente desacelera, e depois vai que vai, ora mais curta, ora mais longa, seguir e respeitar o ritmo da respiração sem pausas. Na oscilação dos pensamentos, se se apegar a algum, volte para o pranayama profundo… E depois observar a respiração de novo! rsrs
Um eterno breathing in breathing out
Simples, dá foco e presença: liberta.

 

Suan Mokkh_Tailândia 2012 Suan Mokkh_Tailândia_2012 Suan Mokkh_Tailândia_2012

fotos_
_Sail Rock (entre as ilhas Koh Phangan e Koh Tao)
_Chiang Mai
_Suan Mokkh
_sala onde fazíamos yoga as 5am e mantras 5pm
_o monge

12
ago

Chiang Mai 2013

E assim foi meu último dia do ano em 2556 d.c. rsrs (meu aniversário foi dia 11)

Virando um código de barras, num esquema “muito bem montado/supermercado” da saúde tailândesa para quem tem dinheiro… (pois os hospitais públicos são como no Brasil, espera quase sem fim). Entra, sala 1, preenche  questionário 1, vai para sala 2, preenche questionário 2 agora com uma enfermeira fazendo exames, depois entra na sala 3 com um médico, te dão uns medicamentos na veia que você não sabe o que é na sala 4, aí pronto, passa no caixa com uma comanda: x de material, 2x medicamento, y enfermeira, 2y médico,  w hospital = uma quantia absurda, paga e sai com uma sacola amarrotaada de remédios: um monte de sacolinhas de plástico, com a quantidade certa de medicamento e uma etiqueta com o meu código de barras e as instruções de uso e horários.

Como não costumo tomar remédios, levei a primeira leva a boca e achei que em horas estaria zero! Que nada, fiquei vomitando até as 3 da manhã…

Caía o maior pé d’água lá fora, e o engraçado que as coisas só se acalmaram aqui dentro quando lá também sossegou.

Parou a tempestade, entreguei me ao sono.

Acordei horas depois lembrando da enérgica festa de Xangô que fui no dia 29 de junho, um sábado que eu já sabia que iria ser especial, pois tinha marcado o lançamento do meu livro, e por algum motivo antecipei para o 22. Comentei com a Pó: “Sei lá porque eu fiz isso, mas alguma coisa muito boa vai acontecer dia 29, você vai ver!).

Dito e feito, nessa linda celebração do fogo, a cada canto me sentia mais leve. Minhas mãos se enchiam de luz e eu me conectava com tudo e todos, como se os muros desmoronassem num efeito dominó. (Uma experiência muito forte e maluca que me fez dormir uns três dias seguidos…)

Na hora de ir embora fui me despedir de uma senhora que me chamou atenção, Izaura. Coincidentemente avó de uma das garotinhas que sentou ao meu lado no começo.

Pedi a bênção, e ela segurando as duas mãos sobre as minhas, olhando bem nos meus olhos, e balançando a cabeça pra cima e pra baixo disse: “Você vai ser muito feliz”. Agradeci, mas respondi sorrindo: “pode não parecer (pela cara de cansada as 5 da manhã) rs mas eu já sou feliz, muito feliz!”, e ela respondeu ” Mas você vai ser muito muito mais feliz” e na mesma hora um trovão caiu iniciando mais uma chuva da noite e eu comecei a chorar…  ”Você viu, essa é a resposta de xangô, você vai ser muito mais feliz”.

Sei que não fui a toa bem no dia de Xangô. Qualquer coisa que me remete ao sol, me cativa: sou leonina, sol solar amarelo, pita, e segundo os tailandeses minha cor é vermelha, pois nasci num domingo, dia da semana regido pelo sol.

Deve ser por isso que vira e mexe o negócio pega fogo nas paredes do meu estômago e vem uma gastrite nervosa me fazer companhia. Haja água de coco para apagar… é só o que eu consigo tomar desde sábado. (Aqui já é terça).

A Ma acha que a minha “doença” vai além, “que vc é fogo eu não tenho dúvidas querida, mas praticando yoga todos os dias como tem feito, você libera muitos nadis e acaba expurgando um monte de coisas”…

E fiquei pensando com ela, e depois sozinha, o que tanto joguei na privada… pra vê se eu não ponho mais para dentro, e paro com esse ciclo vicioso.

Tudo que me disponho a fazer na vida, tem que ser no DESAFIO se não parece que não tem graça… (Eu sei, eu sou muito tonta mesmo).

Minha residência artística em gravura aqui na Tailândia não tem sido mole. E, como todos os meus intensivões (cursos de: massagem, mergulho, ilustração, fotografia, meditação, yoga…) chega aquele momento que eu me pergunto: “Que que eu tô fazendo aqui? Como eu sou sadomasoquista! Não podia ser em doses homeopáticas???”

Mas na verdade, acho que a dificuldade não está de fato nas horas interruptas de trabalho ao novo (que já demanda uma enorme energia), mas numa dificuldade em receber, não só o aprendizado em si, mas RECEBER o que tenho dentro de mim, pra mim mesma… rsrs compliquei?!  :oP

É que tenho achado minhas gravuras muito delicadas, muito “meninha demais”, sabe?  E quando eu me olho me vejo tãão diferente.

Porém, agora, mais “calminha de caminha” rs, estou me dando conta que talvez não seja mais esse monstro bravo, trator, que eu imagino tanto ser. Afinal,  eu não tenho dúvidas que tudo o que eu materializo em joias e ilustrações vem daqui de dentro, de um lugarzinho muito especial, que eu quero cada vez mais estar em contato.

Sendo assim, se são flores, e mais flores que querem sair, com cores menos fortes que costumo usar, voilá, cest  ça!

Que venha a delicadeza, se é o que de legítimo tem aqui dentro.

Com certeza temos muito de nós mesmos que não conhecemos… Que loucura, né?! O quão grande e profundo podemos ser nesse corpo pequeno é muito maluco….

Espero não ter mais que ficar doente para desacelerar de vez em quando, e receber tudo que seja merecedora, não importa que venha de mim, do outro ou do céu! rs

Enfim, receber é aceitar, e aceitar quem somos é um ótimo caminho para começar o ano!

Ok! Dessa vez sem as mil comemorações que costumo fazer: passei sozinha, de cama e sem nenhum amigo… o que parece triste, mas não foi!!

Só um novo jeito que a chuva soprou esse ano, água essa que já começou a regar o canteiro que a Dona Izaura plantou a sementinha: a de que quando dividimos conhecimento, multiplicamos felicidade!

Detalhe de uma das minha gravuras com ponta seca e FOGO! Claro! rs

23
jul

Eu sempre me achei magra, mas parece que eu “era gorda”, de tanto que escuto nos últimos meses em QUALQUER lugar que esteja: “Como cê tá magra!”.

Ok! Eu também acho que ando bem magricela… Mas SEM DÚÚVIDA (quem me conhece sabe!!) não é por falta de comida!! ahahhahhah

Desde setembro, quando cheguei aqui na Tailândia, só dormia 5 horas por dia (ritmo-eufórico que já estava tendo há um bom tempo no Brasil e continuou na Coréia do Sul… até eu chegar aqui em Bangkok).

Vendo o meu problema, o Aek, meu anfitrião mor e marido da minha melhor amiga tailandesa, sempre está pronto para ajudar. Logo ele me ofereceu um chá de uma trepadeira do jardim que fica no caminho para a cozinha (nas casas tradicionais de madeira e mais antigas, a cozinha é do lado de fora). ps: as FOLHAS, um mooonte delas ficaram numa jarra de barro no fogo mais de 30 minutos. Desse jeito fica bem forte, mas pode também fazer como um chá “normal”.

Ele disse que começou a tomar esse chá lá no templo (no meio da floresta) onde ele era monge, e quando estava com muitas picadas de pernilongos, também passava as folhas trituradas pelo corpo como “sabão”, para tirar o veneno além de cicatrizar a pele.

Como ele disse que esse chá diminui a quantidade de açúcar no sangue (relaxando muuuito), só deixou eu tomar duas xícaras. (Se lê SÓ porque eu aaaamo chá, e posso tomar litros e litros deles o tempo todo (não sendo boldo), aliás sem um copo de água ou de chá eu não consigo escrever ou desenhar… é o meu “cigarrinho” rsrs

Batata! Dormi sete horas. Então no dia seguinte virei três xícaras antes de deitar: 9 horas de sono! Como sempre sou a primeira a acordar, eles ficaram preocupados e depois me contaram que entraram na minha casinha e subiram até o meu quarto para ver se estava tudo bem! hahahahah Ai, como eles são foofos demais!

Entre todos os outros chá do jardim que eu tomei, não teve quase nenhum dia que eu fiquei sem o “monk-tea” (como apelidei ele aqui hehe). Mas cada vez em doses menores, pois eu que até então só tomava café socialmente, estava parecendo que usava tarja preta: diariamente monk tea para dormir, café para acordar .

Escrevi para o Doutor Alberto, e ele disse que eu deveria estar muito intoxicada, pois esse chá é usado para tratamento de dependentes químicos! hahahahahah ADOREI! Ansiedade e euforia demasiadamente devem intoxicar mesmo…

Agora O melhor vocês não vão acreditar! Eu fiquei esses 5 meses sem o bendito chá, (que eu acredito piamente que melhorou o meu metabolismo em mil por centos) porque achava que só tinha aqui, porém agora conversando com o Aek e procurando na internet “descobri” que ele também dá no corredor do meu ateliê em São Paulo! hhahaha A minha vizinha tem a mesma trepadeira, e quando ela demora muito para podar a Thunbergia Laurifolia Linn vai nos visitar!

Você também deve ter em casa, no sítio ou no quarteirão a folha milagrosa! Ela é tão ornamental que inclusive é a foto do perfil de uma amiga de Campo Grande!

E eu que achei que teria que fazer o maior contrabando de chá da história, (pois prometi para Deus e o Mundo rs). UFA! Tá tudo certo! Bóra todo mundo ficar calminho, e de quebra magrinho! :P hehe

Bom, mas sem perder a deixa_

_outras dicas do jardim da minha casinha de Bangkok que eu adoro também (ps: os benefícios mencionados é na base da confiança: o que o Aek fala eu acredito! (: Se você é do tipo que precisa de dados científicos, fuça aí na internet antes…)

butterfly pea • bom para os olhos, diminuir cabelos brancos e relaxar -- pode ser a FLOR fresca ou seca no sol

ps1: A Noi só toma seca, pois prefere o aroma assim. ps 2: Ontem a gente colocou elas frescas dentro dos rolinhos vietnamitas! Ficou maravilhoso e gostoso! Tão bom que quando eu pensei em tirar foto já tinha terminado de almoçar! rsrs ps 3: Como o chá fica azul, deve ser legal fazer drinks também né? Que nem a gente faz com Hibiscus, pro drink ficar rosiinha!

shefflera leucantha • para febre ou dificuldade de respirar

pouzolzia pentandra benn • para deixar os ossos mais fortes

e tchantchantchanran: PLUMERIA hahahahhaa que também tem no meu jardim em São Paulo, que eu trouxe mudinha da fazendo de uma amiga em Bonito! Só eu estou boquiaberta que se toma chá de plumeria ou mais alguém?? Aqui eles fritam e comem também! (:   …ps: Diferente de todos os anteriores, esse chá só se toma seco, tem que colher as FLORES e deixar secando no sol.

_outros chá que amo por aí:

Córeia do Sul_ A primeira vez que eu vi os produtos da Edou foi num prédio muito gracinha, onde todas as lojas dão para um vão a céu aberto em Seoul, o meu preferido chá de lá é: purification tea

Mas o chá vencedor sul coreano foi o de ginseng feito pela Won-hee Song, mãe da Rari, minha doce irmãzinha coreana! Demora quase um dia pra ficar pronto e fica deliiiicioso! O ruim é que desde então não consigo mais tomar aquele que comprava na liberdade, ficou sem graça…

França_ Bom, dar dica da Mariage Frères é chover no molhado né…!?! Eu acho tudo especial lá: a embalagem, o jeito de escolher, o atendimento. Bom o Kusmi Tea também é legal! Claro, oooutra proposta, pra cozinhar experimente o thé vert `a l’amande é uma ótima pedida pra doces e o Lapsang souchg fica seeensacional com massas, tem um cheiro defumado que dá fome! rs

Mas se você quer algo menos pretencioso, vá ver os “blends” do Izrael, no Epicerie du Monde • 30 rue Francois-miron, aí aproveita e vai na loja Mariage Frères do Marais, que tem um anexo com museuzinho! Queria tomar chá num carrinho desse, muito chic!

Vietnã_ O Trà Actisô é docinho naturalmente, muuuito gostoso de tomar! Pela embalagem eu acredito que seja chá de alcachofra…rs Tem trocentas marcar no Vietnã que vende esse chá, mas essa eu sei que é boa, pois foi um amigo de lá que indicou!

Japão_ TODOS os verdes! ;P

Brasil_ Qualquer um do meu jardim ou que alguém me presenteei rsrs Como o chá da Armênia que a Pó me deu e abrem míni florzinhas! Um chaarme!!

 

 

 

 

 

28
jun

UAU! Ela fez ontem folhas em branco abrigarem o infinito!

A Faxineira limpando, limpando, limpando e tantas coisas surgindo da imagem desfocada, do buraco negro feitos de tantos rabiscos enfurecidos, o fogo tomando o que vê pela frente e quando vc acha que ele levou tudo, lá vem a faxineira tirar a fuligem e mostrar que tudo ainda tá ali, o que de fato existe fica, o que é ilusão se vai!

As marionetes são uma arte a parte, quem controla quem? Parecem que tem vida própria, será? As amarras se vão, a faxineira leva, mas depois voltam. Os bonecos estão fazendo um filme, todos virados para a plateia, eles que estão nos dirigindo?

Amei, muitas pausas e silêncios!

Tudo se desfaz e se renova, e o fim de tudo quem diz é você, ela vem com “the end”, porém as projeções continuam no palco. Então a ação é sua, de levantar e partir, e de lá sair para um novo ponto.

Muita viagem?? hahahah Essas são as que eu mais gosto, as sem distância certa ou direção…

ps: 2D Life of her é uma produção australiana da simpática Fleur, que está na mostra sesc de teatro de animação. Aqui em sp ainda tem hoje e amanhã! Não perca!!!

ps: obrigada Lolotinha, por sempre me levar a lugares tão lindos!